Vamos falar de música alternativa? Assim dizendo que o alternative rock, indie rock, brit rock, whatever you want to call it. Yeah baby, ele chegou para nossos corações alegres (ou diriamos, tristes? WTF? Õo).
O indie Rock que é uma derivação de independent rock, é exatamente “aquilo” (uma mistura que resulta em barulho sentimental) que descreve essas tão queridas e amadas bandas, que fazem seu som e assim divulgam de uma maneira mais independente. Até as mainstream, que na maioria dos casos não perdem a identidade do som, mesmo com o sucesso de público e divulgação na mídia. Vamos dizer que esse estilo também é caracterizado pela forma livre de composições, de exploração de sons e letras mais pessoais, ou seja, tudo resulta em barulho sentimental.
Nos anos 80 e 90 bandas como: Dinosaur Jr., Pixies Jesus & Mary Chain, Sonic Youth, Blur, Radiohead, eram os grandes nomes da cena. Guitarras distorcidas e elementos que não faziam parte da cultura popular (OMG!), caracterizavam o som destes. Com a explosão de bandas como Nirvana (yeah baby \,,/) nos anos 90, o rock alternativo passou a ser cada vez mais reconhecido e acabou por cair no gosto popular.
Na década 21, houve o importante lançamento “This is it” da banda The Strokes, que colocou de novo o indie rock no gosto do público (no nosso também). O sucesso dos caras abriu horizontes para bandas como The White Stripes, The Libertines e as mais recentes como Arctic Monkeys, Bloc Party, The Bravery, The Kooks e por aí lá vai fumaça.
Os caras do Arctic Monkeys são o oposto do popular. Tá, tudo bem que eles são do caralho, megaultrapower fodões, fazem umas músicas muito geniais e são considerados a cara do indie rock, mas o que seria deles se não fossem as referências? Ou melhor, o que seria de todo mundo se não existisse os anos 80? Há, essa é uma boa pergunta!
Ta aí então um clipe genial, super original, que não trata só da galera e blábláblá que sai pra zuar e blábláblá. Fluorescent Adolescent é uma canção do segundo compacto do álbum Favourite Worst Nightmare. É tão foda que até Kate Nash fez um cover da música. O mais legal disso tudo, é o lado non sense que os caras conseguem criar. Não são os queridinhos da américa, mas são uma puta referência no mundo alternativo.




